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Uma pessoa pretende avaliar qual é a potência real de uma placa fotovoltaica nas condições operacionais de instalação. Ela constata que a máxima temperatura atingida pela placa é de 65 °C. O manual de instruções desse modelo de placa informa que, a 25 °C, sua potência nominal é de 250 W. Já a potência real muda com a variação da temperatura da placa, a uma taxa de −0,4% da potência nominal a cada grau Celsius.
A menor potência real gerada, em watt, é
A 230 W.
B 210 W.
C 190 W.
D 150 W.
E 100 W.
Gabarito oficial
B
Caderno de referência do INEP.
O que a questão cobra
Porcentagem aplicada à física: calcular a queda de potência com o aumento de temperatura.
Resolução passo a passo
- Note por que se pede a menor potência: ela ocorre na maior temperatura, que é 65 °C, já que a perda cresce com o calor.
- Calcule a variação de temperatura em relação à referência do manual: 65 − 25 = 40 °C acima do valor nominal.
- Aplique a taxa: 0,4% por grau × 40 graus = 16% de perda. Sobre os 250 W nominais, isso dá 0,16 × 250 = 40 W.
- Subtraia: 250 − 40 = 210 W — alternativa B.
Alternativa por alternativa
- A
230 W.
Errada. 230 W corresponde a uma perda de 20 W, ou 8% — metade do correto. Sairia de usar ΔT = 20 °C em vez dos 40 °C de diferença.
- B
210 W.
Correta. A placa opera 40 °C acima da temperatura de referência, o que gera perda de 0,4% × 40 = 16% dos 250 W nominais, isto é, 40 W. A potência real cai para 210 W.
- C
190 W.
Errada. 190 W suporia perda de 60 W (24%), o que exigiria ΔT de 60 °C. A diferença entre 65 °C e 25 °C é de 40 °C.
- D
150 W.
Errada. 150 W corresponde a 40% de perda — o resultado de aplicar 0,4% como se fosse 1% por grau, ou de usar 65 °C diretamente como variação.
- E
100 W.
Errada. 100 W significaria perder 60% da potência. Nenhuma combinação dos dados do enunciado leva a esse valor.