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Questão 32 do ENEM 2025 resolvida

Peça da campanha “Turismo sem penas”, do governo do Amazonas: uma gaiola com penas e o alerta de que o comércio e o uso de penas naturais em artesanatos é crime.

Questão 32 do ENEM 2025, aplicação regular, como saiu no caderno de prova
ENEM 2025 · aplicação regular · caderno 1 · azul · questão 32
Ler o enunciado em texto

Disponível em: www.amazonastur.am.gov.br. Acesso em: 6 set. 2024 (adaptado).

Essa campanha governamental foi desenvolvida para combater o problema de

A turismo ilegal.
B denúncias falsas.
C exploração animal.
D criação de pássaros.
E artesanatos sem registro.

Gabarito oficial

C

Caderno de referência do INEP.

O que a questão cobra

Leitura de campanha institucional: identificar o problema social que a peça pretende combater.

Resolução passo a passo

  1. Comece pelo trocadilho do título: “Turismo sem penas”. Penas são as plumas das aves e também as punições — a peça avisa, ao mesmo tempo, que o souvenir usa penas e que há sanção penal envolvida.
  2. Leia a linha de apoio: “Seu adereço pode custar a vida de um ANIMAL”. O foco não é o turista nem o artesão: é o bicho que morre para fornecer a pena.
  3. Confirme na letra miúda: “O comércio e uso de penas naturais em artesanatos é crime”, e a denúncia pedida é de “maus-tratos” pelo canal da Ouvidoria.
  4. A imagem fecha o raciocínio: uma gaiola vazia, com penas soltas caídas ao redor. O alvo da campanha é a exploração animal disfarçada de artesanato turístico — alternativa C.

Alternativa por alternativa

  • A

    turismo ilegal.

    Errada. A campanha é do órgão de turismo do Amazonas e não questiona a atividade turística em si. Ela orienta o turista a não comprar um tipo específico de produto.

  • B

    denúncias falsas.

    Errada. A palavra “denuncie” é um pedido de colaboração do público, não um problema a combater. A peça incentiva denúncias verdadeiras de maus-tratos.

  • C

    exploração animal.

    Correta. Ao dizer que o adereço pode custar a vida de um animal, ao apontar o crime de comércio de penas naturais e ao pedir denúncias de maus-tratos, a campanha ataca a exploração de animais silvestres para a produção de artesanato vendido a turistas.

  • D

    criação de pássaros.

    Errada. Criar pássaros, em si, não é o alvo — e a gaiola aparece justamente como símbolo do aprisionamento indevido. O que a peça combate é a morte e os maus-tratos para retirada das penas.

  • E

    artesanatos sem registro.

    Errada. A questão não é burocrática. O texto não fala em registro nem em regularização: fala em crime e em vida animal. Nenhum selo tornaria o produto aceitável para a campanha.

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